Uma dica de produtividade

Existe uma prática que ajuda instantaneamente qualquer pessoa a ser mais produtiva e todos sabem qual é. Todos já a utilizaram em algum momento da sua vida mas, mais tarde ou mais cedo acabaram por abandoná-la. Do que eu falo? Das to-do lists, como é claro.

Tenho quase a certeza que tu que lês isto já fizeste uma lista de tarefas das coisas que tinhas para fazer. Tenha sido ela para te organizares ou para não esqueceres do que tinhas para fazer, aposto que essa lista te ajudou. Apesar disso, provavelmente não as utilizas no dia-a-dia.

Mas não te preocupes. Contigo, estão muitas pessoas, eu por exemplo já fui uma delas. Há umas semanas para cá pensei nisso e resolvi implementar esse hábito de forma definitiva no início do meu dia. Mas porque será que isto acontece? Porque será que embora as to-do lists nos ajudem tanto, continuamos a não utilizá-las?

Eu acredito que seja pela resistência que existe ao escrever uma. Se ao acordar, uma folha estivesse diante de nós pronta a receber uma lista de tarefas, é provável que mais gente o fizesse. E, quem diz uma folha, pode dizer um telemóvel. Apesar de achar que existe outro nível de compromentimento quando as coisas são escritas fisicamente.

E atenção, estas listas não servem de forma alguma para te prender exclusivamente às coisas que tens de fazer durante o dia. Servem apenas como um guião. Um guião que está em constante atualização à medida que a rotina avança e que podes contar com ele para armazenar tudo aquilo que não te podes esquecer.

É interessante perceber como um simples hábito no início do dia nos pode ajudar tanto. Tu se calhar já sabes disto, mas espero que este artigo te tenha ajudado a ora a começar este hábito, ora a continuar com ele.

A um esforço de distância

Garyvee costuma dizer uma frase com a qual me identifico e que hoje me lembrei dela. A frase é a seguinte:

“One piece of content can change your life.”

O propósito desta frase passa por nunca saberes qual a peça de conteúdo que produzes que vai viralizar. Por isso, jogando a longo prazo, continuas a produzir conteúdo em massa e de forma consistente. Mas não é exatamente disto que vim aqui escrever hoje.

Tal como uma peça de conteúdo pode ser a tal, um pedaço de esforço pode também ser o determinante. Quando acordas de manhã pronto para trabalhar e abraçar a lista de tarefas que tens para fazer, não sabes se será esse o dia onde tudo fica mais claro. O dia em que finalmente percebes aquilo que trabalhaste tanto para perceber. O dia em que finalmente deu certo aquilo que sempre deu errado. Entre muitos outros exemplos, simplesmente não sabes. E é com isso em mente, é sabendo que aos poucos as coisas vão avançando, que finalmente chega o dia que tanto ansiaste.

Tudo o que desejas está a um esforço de distância. Cabe a ti fazer a tua parte e dar o melhor dia de ti, todos os dias. Um dia tudo vai valer a pena.

A coragem de desistir

Imagina que estás a subir uma montanha. Enquanto sobes, olhas para cima, e reparas que estás a mais de metade do caminho, no entanto, ainda te falta muito pela frente, e a montanha é íngreme. Nesse momento pensas: “Continuo a caminhar pelo mesmo caminho? Ou desço tudo e experimento outro por onde a jornada possa ser melhor?”

Por vezes, é complicado deixar tudo o que já foi feito e seguir algo novo. Sentimos que com isso tudo o que foi feito até então não serviu de nada, pois não seguimos com isso até ao final. Mas isso não é verdade. Todo e qualquer percurso, mesmo que não concluído, serve para aprendermos. Utilizando assim esses ensinamentos para escolhermos fazer algo melhor no futuro.

Enquanto por um lado pensamos que podemos estar a deitar tudo a perder por abandonarmos algo, podemos estar a deitar tudo a perder por continuarmos. Porque, a verdade é que não sabemos exatamente quais serão os resultados de ambas as escolhas. Mas cabe a nós decidirmos uma com base naquilo que sentimos e sabemos na altura.

É claro que a escolha de desistir de algo é mais complicada que a de continuar. É um ato de coragem. Porém, a primeira também poderá ter mais resultados subentendidos. Pois ninguém pensa em desistir, se algo não estiver a ir bem em primeiro lugar.

É algo que vale a pena a reflexão. Faz a tua parte, e sê inteligente nas escolhas que fazes.

O que não é medido, não é gerido

Hoje deparei-me com uma frase que já não a ouvia há algum tempo.

“What gets measured, gets managed”.

Uma frase simples e que te pode ser muito eficaz. Simplesmente, porque existem várias vertentes da tua vida que merecem ser medidas para conseguires geri-las mais facilmente.

Um exemplo disso é o que aprendes todos os dias e o quão avanças nos teus projetos. Especialmente nos maiores, onde muitas é complicado observar um avanço palpável. Com isto, perguntas tu: como então “medir”? Escrevendo o que se conseguiste realizar durante o dia.

A cada dia que passa, a ideia de documentar o que fazemos cresce mais em mim. E este é mais um exemplo disso. Para além de conseguires perceber o que fizeste exatamente em cada dia, ajuda-te também a perceber o que podes fazer nos próximos para complementar.

Por isso, escreve, toma nota e utiliza isso para crescer e seguir em frente.

Aperfeiçoar métodos de Trabalho

Há algum tempo que algo não me sai da cabeça. Passa-se o seguinte…

Há dois dias que não saio de casa. Posto isto, tenho todo o dia para me organizar e trabalhar nas várias vertentes da minha vida a que me comprometo. E, diga-se de passagem, até tem corrido bastante bem. Tenho concluído as tarefas que tenho planeado, tenho conseguido arranjar tempo para aquilo que considero importante, tudo tem corrido bem. Mas, (existe sempre um mas) não estou completamente satisfeito. Não por querer fazer muito mais do que aquilo que faço, mas sim por achar que o meu método de trabalhado ainda possa ser aperfeiçoado.

Com isto de não sair de casa, por vezes, dou por mim a saltitar de projeto em projeto. No final do dia, aparece tudo feito, contudo, tenho a sensação que poderia ser mais produtivo se me focasse numa coisa apenas. Cada uma a seu tempo. Isto, quem sabe, até me poderia ajudar a completar o mesmo em menos tempo.

Por isso, nada como experimentar abordagens diferentes nos próximos dias para ver como me saio. Não é por algo estar bem, que não possa ser melhorado. E acho mesmo que este é um desses casos.

Com isto, pergunto-te: também sentes que algo possa ser melhorado no teu método de trabalho? Se achas que ele já se encontra bom, será que pode ser ainda melhor? Gostava de ouvir o que tens para dizer. Podes sempre partilhar comigo as tuas ideias pelo Twitter.

Daqui a uns dias atualizo por aqui este assunto.

Prazer Vs Obrigação

Escrever todos os dias quando se gosta não é difícil. Mas, quando é uma obrigação, já pode ser.

Tudo se torna mais fácil quando fazes as coisas por prazer. Não recorres meramente à tua força de vontade para algo aparecer feito. Não pensas constantemente sobre como fazer algo porque tem de ser feito. Nada disso. Apenas acontece.

Muitas vezes, o segredo para a consistência é perceber se fazes algo por prazer ou por obrigação. Nunca mentindo a ti próprio.

Se o fazes por prazer, muito bem, não deves ter problemas com isso.

Se o fazes por obrigação, transforma isso num prazer. Adapta aquilo que tens de adaptar. Recompensa-te no final do dia. Qualquer coisa. Trabalha para que o processo seja prazeroso e não para que o trabalho esteja concluído.

Uma Regra para a Vida

Eu sou fã de Jordan B. Peterson. Já li ambos os livros dele e frequentemente dou por mim também a assistir no YouTube vídeos das aulas que dá na Universidade de Toronto. Em 2018, no Quora, à pergunta “Quais as coisas mais valiosas que toda a gente deveria saber?” ele deu uma resposta que se tornou famosa com 40 regras. Regras essas que posteriormente deram origem ao livro “12 Regras para a Vida” que recomendo vivamente.

A 16ª regra dentro dessas 40 é-me muito próxima. É uma regra para a qual eu vivo e não passo um dia sem me lembrar dela. Diz assim:

“Work as hard as you possibly can on at least one thing and see what happens.”

Sempre me fascinou a ideia de trabalhar em algo e ver até onde isso me pode levar. Não daqui a semanas ou meses, mas sim daqui a alguns anos. É um bocado assim que também levo este Blogue. Gosto de pensar no que poderá acontecer se levar as coisas avante e é com esse sentimento que tanto escrevo por aqui, como trabalho noutras vertentes da minha vida.

Tudo aquilo que começamos, começa da mesma forma: do zero. Mas qual o futuro disso? Isso depende de nós. E sabendo isso, é o primeiro passo para que o futuro seja promissor. Por isso, só tenho a dizer “Work as hard as you possible can on at least one thing and see what happens”.

Uma Jornada de Escrita Perpétua

Hoje dei por mim a relembrar um período especial da minha vida: de 6 de agosto de 2019 a 6 de agosto de 2020. Se não sabes o que se passou durante esse tempo, eu escrevi um artigo todos os dias num Blogue que ainda está de pé mas inativo, pois entretanto criei este.

Tomei esta decisão de publicar todos os dias influenciado por Seth Godin. Ele que escreve no seu Blogue há mais de dez anos, todos os dias, sem falhar. Na altura, em 2019, tinha criado o meu Blogue há pouco menos de um ano e tinha alguns problemas com a consistência. Por isso, esta foi a forma que arranjei para me comprometer a sério com ele. Mal sabia eu no que me ia meter.

Agora, apenas sete meses depois de terminada essa caminhada, olho para trás e vejo que já muito aconteceu. Parei de publicar diariamente para começar a publicar artigos mais trabalhados duas vezes por semana. Depois, passados uns tempos, percebi que aquilo que queria mesmo escrever era relativamente a livros. E agora, vejo-me mais uma vez a mudar de tema. Penso que desta é de vez, mas já não prometo nada.

Dei por mim a sentir uma necessidade de me expressar e partilhar as ideias e pensamentos que tinha. Coisa que não era a mais adequada num Blogue dedicado a livros. Por isso, resolvi voltar às minhas raízes: tornar o Blogue a minha casa. Uma casa onde me dedico a todo o custo decorá-la e onde todas as pessoas a podem visitar e admirar os seus efeitos: as ideias.

Sabes, escrever isto e olhar para o relógio a faltarem precisamente 53 minutos para a meia-noite traz-me arrepios. É um sentimento bom, não vou mentir. É um sentimento de que já tinha saudades.

Isto para dizer que, olhando para o passado muito mudou, mas muito também se manteve. Posso escrever de assuntos diferentes, mas a emoção e a clareza que a escrita me traz é a mesma.

Esta é uma jornada de escrita que começou e uma jornada de escrita que não vai acabar.

Voltei a escrever

Há cerca de dois meses e meio que não escrevo nada. Foi propositado, não foi por acaso. Comecei com um projeto importante da Faculdade e decidi dedicar-me a ele a 100%.

Durante estes dois meses e meio houve muitos progressos. E a verdade é que nunca consegui esquecer o Blogue. Continuei sem escrever, mas sempre pensando nele.

Cheguei então à conclusão do que quero fazer dele daqui para a frente. E por isso começa hoje essa jornada.

Este vai ser um Blogue onde coloco em palavras muito daquilo em que penso e do que aprendo. Não só para organizar pensamentos, não só para ter uma “casa online”, mas também para (com sorte) conseguir ajudar alguém.

Sobre a regularidade de publicações, não está definida. Pode acontecer escrever quase todos os dias da semana, como pode acontecer o contrário. O cenário ideal é escrever algo todos os dias, porque o que eu quero é documentar verdadeiramente a minha jornada, mesmo nas situações mais difíceis.

Se me queres acompanhar nesta jornada a meu lado, podes sempre subscrever-te à Newsletter para receberes todas as publicações semanais entregues no teu mail. Sem spams. Nunca.

Também podes acompanhar-me pelo Twitter, pois é a rede social em que sou mais ativo e onde também partilho algumas das ideias que vou tendo ao longo do dia.

Se ainda estás desse lado, obrigado. Espero encontrar-te na próxima publicação.