Pessoas carregam histórias

Vemos tantas pessoas todos os dias e não sabemos nada por trás delas. Mas, trabalhar com elas e para elas permite-nos saber um bocadinho do seu passado, e eu acho isso fascinante.

Não é preciso muito tempo nem esforço para conhecer alguém e a sua história. Bastam poucos minutos para isso.

Pessoas são o que são hoje pelo que foram e pelo que viveram. E quando conseguimos perceber um bocadinho que seja dessa história, a conexão é inevitável.

Um filme que dá que pensar

“We’re not meant to live like this. We’re not mean to live forever. Although I do wonder, Father, if you’ve ever lived a day in your life.” – Sylvia Weis.

Ontem assisti ao filme “In Time” protagonizado por Justin Timberlake. O filme passa-se num futuro em que cada indivíduo deixa de envelhecer após os 25 anos de idade. Para combater o problema da sobrepopulação, a morte passa a depender do tempo de vida que cada um tem. Passando mesmo a servir de moeda de troca. Resultado: os ricos são praticamente imortais, enquanto os pobres trabalham todos os dias para viver mais um.

Ao longo da narrativa foram vários os momentos em que deu para fazer a analogia entre o tempo e o dinheiro. Porque no fundo, eles são bastante parecidos.

Existe em especial uma passagem que me tocou.

“But the day comes when you’ve had enough. Your mind can be spent, even if your body’s not. We want to die. We need to.” – Henry Hamilton

Recordou-me de um artigo que escrevi há uns tempos sobre a urgência de viver em que afirmei que é o facto da vida ser limitada que conseguimos arranjar-lhe propósito. Caso contrário, porquê fazer algo hoje quando temos sempre o amanhã?

Se ainda não viste este filme, recomendo-o. Para além de ter tópicos que te fazem pensar como usas o teu tempo e como vês o teu dinheiro, é um filme com uma boa história e elenco.

Artigos que se escrevem sozinhos

Não vou mentir, há dias que parece que já esgotei os temas que existem para escrever. Não restando nada, não tendo nada sobre que escrever, não tendo nada para dizer. Depois, chego à conclusão que este Blog é mais uma conversa que outra coisa qualquer. E como qualquer conversa, há períodos mais e menos ricos.

Dito isto, haverá dias que vou conseguir falar comigo passando-te algo de valor, mas haverá outros que isso não vai acontecer. Vais apenas ler palavras soltas tentando entenderem-se umas às outras, enquanto tu e eu assistimos a tudo de fora. Este é um desses casos.

Por vezes penso como seria se os artigos se escrevessem sozinhos. Não porque eu quero deixar de escrever mas continuar a publicar, mas sim porque tenho curiosidade em saber como as palavras se organizassem umas às outras se lhes fosse dadas liberdade total.

Acredito também que é por isso que escrevo este tipo de artigos. Penso o menos possível no que escrevo tentando passar a responsabilidade do resultado final para as palavras que o representam. Sendo eu apenas o distribuidor, nada mais.

Mas é pena, hoje ainda não é possível encostar na cadeira, olhar para o ecrã do computador e assistir a uma escrita fluida, natural e imprevisível. Até lá, trabalhamos com o que temos.

O sossego das manhãs

Eu sempre adorei manhãs. Adoro acordar cedo, adoro ver ver o nascer do sol e adoro o sossego matinal. Gosto da sensação de ser o único acordado e de poder fazer o que quiser sem estar reativo a tudo o que me rodeia, sentimento esse que só consigo ter de madrugada, mas tenho pensado em formas de o levar para outras partes do dia.

Talvez abstraindo-me das redes sociais? Talvez abstraindo-me da Internet no geral?Não sei, na verdade. É algo que é mais fácil dizer que executar e algo também que muitas vezes não é possível face ao que tenho de fazer no dia-a-dia.

É algo a refletir mais no futuro.

Uma música nostálgica

Há uns dias lembrei-me de uma música que não ouvia há muito tempo, no entanto, não me lembrava do nome. Hoje, do nada, o nome ocorreu-me e tenho-a ouvido em repeat nos últimos trinta minutos.

É incrível como uma música nos consegue fazer recordar tanto de outros tempos. Parece que nos leva para todos os momentos em que a ouvimos, vivenciando-os novamente. É estranho, é curioso. E não acontece isso apenas com música antigas, mas sim também com outras recentes. Se uma música te marca de verdade, tu consegues saber quando a ouviste, com quem a ouviste e como a ouviste.

Se tens curiosidade em saber a música de que falo, é Gold Coast de Nate Good.

O meu último artigo

Ah! Enganei-te!

Não sou muito apegado a este dia, no entanto, este ano decidi entrar na brincadeira. Como é óbvio não vou deixar de publicar artigos. A escrita permanece um hábito diário, como sempre!

É engraçado que neste dia todos ficamos com um pé atrás face a qualquer notícia que encontramos pela Internet. Ninguém quer ser enganado e por isso nunca fiando.

Amanhã já é um dia normal.

É uma questão de tempo

Quando os hábitos estão alinhados com os objetivos, o sucesso é uma questão de tempo.
Quando as ações praticados no dia-a-dia estão alinhados com quem queremos ser no futuro, o sucesso é uma questão de tempo.

Boas ações, boas decisões e bons hábitos elevam o nível de vida de qualquer pessoa. Apesar dos resultados não serem notórios nas primeiras semanas, meses, ou mesmo anos, é uma questão de tempo aparecerem.

Continua.

Fases do jogo diferentes

Na vida cada pessoa joga o seu jogo. Uns abordam-no de forma mais independente e solitária, outros preferem jogá-lo relacionando-se mais com os outros. Mas independentemente do nível de relação entre jogadores, só o próprio jogador sabe em que fase do jogo está.

A vida é muito mais complexa que um videojogo, embora se assemelhe muito a um. No entanto, enquanto num videojogo a fase do jogo é ditada da mesma forma para todos os jogadores, na vida esta só é ditada pelo próprio. Já que as perceções, emoções e experiências são apenas sentidas pela pessoa que as vive.

Sabendo isto, foca no teu jogo, no teu percurso. Aceita não saberes exatamente a fase do jogo dos outros e aceita seres o responsável pela fase do jogo em que estás e em que fase estarás no futuro.

Nem tudo é tão mau quanto aparenta

Assim como eu, tenho a certeza que tu também já pensaste que o mundo iria desabar por alguma razão específica. Não menosprezando o que quer que já tenhas passado, a verdade é que o nosso cérebro tende a magnificar os nossos problemas. Causando-nos ansiedade, nervosismo e o sentimento de dúvida constante.

Como se isto já não fosse mau o suficiente, dizer ao nosso cérebro “nem tudo é tão mau quanto aparenta” parece não ser uma solução definitiva. Já que ele tende a ouvir e ignorar.

Agora, o que eu acho que se pode tornar uma solução definitiva, não é de todo uma solução a curto prazo. Sabendo que a prática constante de uma ação leva ao hábito, será a ação constante de nos colocarmos em situações em que “o mundo vai desabar” que nos iremos apercebendo que o mundo não vai de facto desabar.

Diz e repete: “Nem tudo é tão mau quanto aparenta”. Se o cérebro não te der ouvidos hoje, um dia vai dar quando se aperceber disso através de experiências.

Dá o teu melhor

Ninguém te pede mais que isso. Simples assim.

Apesar de ser simples, isso não significa que seja fácil. É sim bastante trabalhoso. No entanto, tudo é recompensado no final.

Aproveita o que queres que tenhas de fazer. Mergulha nisso completamente. Dá o melhor de ti. E aproveita os frutos do esforço no futuro.