Explicar conceitos difíceis de forma fácil

Não é para todos, definitivamente. Mas certamente é algo que pode ser melhorado.

Explicar conceitos difíceis da forma mais simples possível benéfico para ambos os lados. Quem explica, fica a perceber melhor o conceito pois está a descontruí-lo na sua forma mais simples, quem o ouve, ganha facilmente as bases do que é algo que não é fácil.

Quer queiras aprender algo ou ensinar, desconstruir qualquer ideia na sua ideia mais simples é das melhores formas para se entender realmente algo.

O meu primeiro Projeto – PaML #1

Ontem comecei a trabalhar no meu primeiro projeto em Python. Até à data fui aprendendo os básicos e a sintaxe desta linguagem com a ajuda do livro “Python Crash Course”. Terminado os conceitos iniciais, está na hora de tentar desenvolver alguma coisa própria e aprender com isso.

Vou começar por fazer um projeto no contexto de visualização de dados utilizando o dataset “World’s Billionaires” disponível no Kaggle. Conto aprender trabalhar melhor com bibliotecas tais como: Pandas, Matplotlib e Numpy. Claro que poderei vir a utilizar outras, mas só o tempo o dirá.

Estou bastante entusiasmado com este passo. No futuro, quero partilhar aquilo que vou fazendo no GitHub, mas por enquanto ainda não tenho muito tempo para aprender Git. Apesar disso estar nos meus planos num futuro próximo!

É quando perdemos que damos valor

É quando perdemos a liberdade de andar por onde queremos que damos valor aos tempos que fomos livres.
É quando perdemos aquilo que sempre tivemos que sentimos falta quando já não temos.

Nestas situações, é difícil olhar para o presente e não o reconhecermos dado o passado. A gratidão que outrora faltava quando tudo tínhamos, chegou quando não temos nada. No tempo errado é certo, mas mais vale tarde que nunca. Porque a vida é longa, e o que acontece uma vez pode ser acontecer uma outra.

É quando perdemos que damos valor. Dá valor hoje, não deixes para depois.

A ambição é necessária

Ambition built rome.

Este artigo retrata muito bem a forma como encaro a ambição. A verdade é que a ambição é uma faca de dois gumes. Por um lado, ela é necessária para construir algo grande, por outro, pode ser a fonte de desilusão quando algo não corre como esperado.

Mas e se não houvesse ninguém com a ambição de “mudar o mundo”? Será que o mundo iria para a frente?

Por vezes são precisas grandes ambições, pois só pensando em grande é que se atinge algo grande. Claro que nem todas as tuas ambições se vão tornar realidade, mas tendo essa visão conseguirás obter mais e conseguir mais do que se pensares mais pequeno. Isto porque na teoria as tuas ações tendem a suportar o teu plano e ambições, e quando esses não são tão grandes e assustadores, percebes que não precisas de dar 100% de ti para os alcançares.

Por isso, não apontes para baixo. Aponta para a lua e conquista os céus. Se não conseguires lá chegar, vais chegar mais longe do que pensavas inicialmente. Não há nada a perder.

Uma nova rúbrica do Blog – PaML #0

Quero começar a partilhar mais daquilo que tenho trabalhado e aprendido nos últimos meses, para isso vou começar uma rúbrica. PaML significa “Python and Machine Learning” e retrata os dois campos que tenho estudado nos últimos meses.

Há cerca de um ano e meio atrás tentei aprender Python. Rapidamente, ao fim de uma semana, acabei por abandonar esse projeto tanto pela quantidade de informação disponível tanto pela dificuldade do que me esperava. Agora, um ano e meio depois, resolvi aprender definitavamente isto dado o meu Projeto de Investigação para a Licenciatura estar de certa forma ligado a esta área e ferramenta.

Esta jornada começou no final do ano passado, por isso, já aprendi algumas coisas desde então. Estou bastante satisfeito com o progresso que tenho feito e entusiasmado por partilhar esta jornada contigo!

Esta rúbrica não tem dias certos para sair, mas se não queres perder nenhuma, podes sempre seguir-me no Twitter pois partilho por lá sempre que há artigo novo ou podes subscrever à Newsletter onde te será entregue todos os domingos os links dos artigos da presente semana.

Vejo-te no próximo artigo!

Finalizei “Para além da Ordem”

Como dito neste artigo, hoje venho dar o meu parecer final quanto ao livro “Para além da Ordem” de Jordan B. Peterson. Não que tenha muito a acrescentar, mas houve um capítulo que me tocou especialmente e venho falar dele.

A última das doze regras diz: “Apesar do seu sofrimento, seja grato”. Neste capítulo, o autor dá exemplos de pessoas que apesar do seu sofrimento conseguiram superá-lo e encontrar o seu rumo, o seu sentido. Saindo por cima dessas situações de forma grata, competente e consciente das suas limitações.

Partilho então 2 das muitas frases que anotei deste capítulo:

“Estamos gratos, também, não porque o sofrimento esteja ausente, mas porque é corajoso lembrar aquilo que temos e aquilo que nos pode ainda vir a ser oferecido.”

“Claro que somos oprimidos pela incerteza fundamental de Ser. Claro que a natureza nos ataca, de formas injustas e dolorosas. Claro que as nossas sociedades tendem para a tirania e as nossas mentes individuais para o mal. Mas isso não significa que não possamos ser bons, que as nossas sociedades não possam ser justas e que o mundo natural não possa ordenar-se a nosso favor.”

Se gostaste do teor destas frases, tenho a certeza que este livro é para ti. Recomendo bastante.

Pessoas carregam histórias

Vemos tantas pessoas todos os dias e não sabemos nada por trás delas. Mas, trabalhar com elas e para elas permite-nos saber um bocadinho do seu passado, e eu acho isso fascinante.

Não é preciso muito tempo nem esforço para conhecer alguém e a sua história. Bastam poucos minutos para isso.

Pessoas são o que são hoje pelo que foram e pelo que viveram. E quando conseguimos perceber um bocadinho que seja dessa história, a conexão é inevitável.

Um filme que dá que pensar

“We’re not meant to live like this. We’re not mean to live forever. Although I do wonder, Father, if you’ve ever lived a day in your life.” – Sylvia Weis.

Ontem assisti ao filme “In Time” protagonizado por Justin Timberlake. O filme passa-se num futuro em que cada indivíduo deixa de envelhecer após os 25 anos de idade. Para combater o problema da sobrepopulação, a morte passa a depender do tempo de vida que cada um tem. Passando mesmo a servir de moeda de troca. Resultado: os ricos são praticamente imortais, enquanto os pobres trabalham todos os dias para viver mais um.

Ao longo da narrativa foram vários os momentos em que deu para fazer a analogia entre o tempo e o dinheiro. Porque no fundo, eles são bastante parecidos.

Existe em especial uma passagem que me tocou.

“But the day comes when you’ve had enough. Your mind can be spent, even if your body’s not. We want to die. We need to.” – Henry Hamilton

Recordou-me de um artigo que escrevi há uns tempos sobre a urgência de viver em que afirmei que é o facto da vida ser limitada que conseguimos arranjar-lhe propósito. Caso contrário, porquê fazer algo hoje quando temos sempre o amanhã?

Se ainda não viste este filme, recomendo-o. Para além de ter tópicos que te fazem pensar como usas o teu tempo e como vês o teu dinheiro, é um filme com uma boa história e elenco.