A falácia da probabilidade de se tornar bilionário

Na segunda parte do artigo “Life Advice: Become a Billionaire” intitulado como “Become a Billionaire Part II: You’re Not Even Trying”, o autor explica como as probabilidades que damos a este acontecimento acontecer estão erradas. Sendo elas melhor do que pensávamos.

Quando, por alto, calculamos as probabilidades de algo acontecer, neste caso de ser bilionário, tomamos em conta a totalidade da população, o que acaba por consequentemente resultar em probabilidades mínimas de algo acontecer. No entanto, a verdade é que dentro dessa população existe um número considerável de pessoas que não querem nem trabalham para que isso lhes aconteça, o que aumenta imediatamente a probabilidade de acontecer a quem trabalha para isso.

Assim, o autor argumenta que para estimar a probabilidade da melhor forma, não a devemos calcular tendo em conta a população na sua totalidade, mas sim calculá-la condicionalmente aos que querem realmente que isso lhes aconteça, dos que trabalham para isso.

O engraçado desta história é que isto se aplica a muitas outras vertentes. Existem outros exemplos que vemos as probabilidades disse acontecer mínimas. Muito por calculá-las tendo em conta a população e não a amostra que realmente interessa. Focamo-nos muito no risco de falhar e pouco na possibilidade de isso acontecer.

Trabalha para o que queres e, independentemente das probabilidades, faz com que elas fiquem cada vez mais a teu favor. Normalmente, só o teu trabalho o ditará.