Quando dá certo

Quando dá certo, tudo é cor de rosa. Quando não dá, é o terror.

A verdade é que ambos os percursos são bastante idênticos. A diferença está numa pessoa que foi mais resiliente que a outra.

Toda a gente já lidou com situações que não deram certo, mas poucas lidaram com situações em que deram.

Dito isto, tenta outra vez. E outra vez. Até um dia dar certo.

A Internet tem de tudo

É incrível. Se se costuma dizer que se é demasiado bom para ser verdade é porque não é, eu próprio já duvido da Internet.

Há uns anos atrás (e não há muitos) era difícil aprenderes algo novo. Ou tinhas alguém por perto com essa aptidão, ou o processo poderia demorar muitos e muitos anos até acumulares todo o conhecimento necessário.

A verdade é que com a Internet tudo mudou. Não digo que consegues ser alguém de topo mundial em qualquer coisa apenas por teres acesso, mas consegues aprender o suficiente para fazeres coisas interessantes. E, apesar de todos saberem disto, poucos tiram partido.

Por isso, com isto peço que reflitas. De que lado estás tu? Dos que aproveitam este poço de informação que têm? Ou dos que deixam esta oportunidade passar por eles? Independentemente do lado, tem em mente que nunca é tarde para começar.

Onde encontrar ideias?

Enquanto pensava no que iria escrever, deparei-me com um artigo de Seth Godin em que ele falava sobre ideias. Argumentando que é ao nos expormos a situações novas e desafiadoras que elas aparecem.

Eu concordo. Nos tempos que correm, onde a rotina pode ser monótona, tudo o que fazes no dia-a-dia dentro das mesmas quatro paredes é determinante. Ao início pode não parecer entusiasmante, mas existem mil e uma coisas para fazer, só tens de procurar.

Eu guio-me muito pela novidade. O que é novidade é interessante e o que é interessante é entusiasmante. Enquanto houver novidade, o cérebro não pára, eu não páro, e as ideias não acabam.

Este é o segredo: a novidade.

Quando não é a altura certa

Com o passar do tempo, os teus gostos, interesses e prioridades mudam. Lá por algo não se identificar contigo num momento, não significa que ela não se venha a identificar contigo no futuro.

Por vezes, ao contrário do que pensas, não é o assunto em questão que não é o certo, é a altura. Com o devido “Porquê?” tudo se identifica contigo mais tarde ou mais cedo.

O que podes fazer sabendo isto? Utiliza o presente para trabalhares naquilo com que te identificas hoje. Pois quando as tuas ações são guiadas pela tua curiosidade, tudo se torna mais fácil.

Escrever é diferente de escrever

Escrever não é simples, muito pelo contrário, é bastante complexo.

Escrever depende do contexto, da audiência e do momento. Resumindo, escrever depende de muita coisa. E por isso, escrever bem não serve apenas pelo simples de que se sabe escrever bem. Tem de se também ter em conta todas as variáveis que estão associadas.

Por vezes, ter consciência disto pode ser desmotivador. Pensaste toda a vida que eras bom com palavras e, de um momento para o outro, dizem-te que talvez nem o sejas. Contudo, também pode ser desafiante. Desafiante no sentido que a escrita não é algo estável, é sim algo que varia de acordo com o momento, com o lugar e com as pessoas.

Pensa nisto cada vez que fores escrever algo e adapta-a desta forma. Pode ser que a escrita até te saia melhor, pode ser que te surpreendas.

A história que contas a ti próprio

Já pensaste nela? Já pensaste naquilo que contas a ti próprio todos os dias?

A vida é limitada e o poder humano também, mas muitas vez limitamo-lo mais do que aquilo que ele é realmente. A verdade é que o poder humano é tão grande, que podemos considerá-lo ilimitado, isto porque o limite está tão mas tão longe de nós.

A história que contas a ti próprio é importante. É ela que molda os teus pensamentos, as tuas ações e as tuas decisões. É ela que te vai permitir chegar mais perto ou mais longe do limite real do poder humano.

Por isso, toma atenção a isso. Certifica que alimentas o teu cérebro com as melhores ideias e com as melhores histórias, para que, no final, ele te deslumbre com os melhores desfechos.

Faz a tua parte

A Internet está repleta de pessoas a trabalharem nos seus objetivos e a partilharem-nos com os outros.

É claro que nela existe de tudo, mas em alguns locais são precisos apenas alguns minutos para se perceber que todos se divertem no que fazem e ainda melhoram ao longo do tempo. Não é fabuloso? E Isto como? Partilhando e associando-se a pessoas com que se identificam.

A Internet é um mundo. Apenas pelo facto de te colocares por lá, falares do que gostas e partilhares uma ou outra coisa, poderás conhecer pessoas fantásticas com os mesmos interesses que tu.

Por isso, esta é a minha ideia de hoje. Enquanto muitas pessoas estão a fazer a parte delas, tu podes também fazer a tua e entrar neste jogo. Um jogo em que não se perde, só se aprende.

Maratonas de trabalho

O trabalho por vezes não pede apenas consistência, pede também longos períodos de tempo de trabalho focado.

Hoje foi um desses dias. Longe de tudo, de todos, e a trabalhar apenas. Por um lado, consegues muito realizado no final do dia, por outro, não se consegues fazer isto frequentemente.

Maratonas de trabalho são planeadas. Não são frequentes, não devem ser frequentes, mas quando bem organizadas são muito efetivas.

Um ‘Porquê’ para te esforçares

Artigos podem ensinar-te muito sem teres de viver realmente algo para aprender. Claro, com as suas limitações, mas consegue-se encontrar boas perspetivas.

Um exemplo disso, foi num artigo que acabei por partilhar ontem pelo Twitter. Já o tinha lido há algum tempo, mas ontem encontrei-me de novo com ele e impactou-me como se o tivesse lido pela primeira vez.

O texto conta a história do autor, Jordan O’Connor, que encontrou um senhor que estava temporariamente sem abrigo e lhe ofereceu uma estadia num motel para uma noite. No entanto, no motel, no momento do pagamento, apercebeu-se que não conseguia pagar. Apesar do senhor ter ficado muito grato pelo gesto, anos depois o autor refere que nunca conseguiu esquecer esse momento e que nos dias de hoje ainda o utiliza como motivação para trabalhar. Pois o sonho dele é ajudar não só as pessoas que o rodeiam, como também espalhar essa genorisadade para outras milhares.

Como é sabido, tudo o que fazemos tem um ‘Porquê?’ por trás. Se, por alguma razão, tens dificuldade em encontrar o teu para te esforçares mais nas coisas que fazes, este é um bom modelo.

Uma dica de produtividade

Existe uma prática que ajuda instantaneamente qualquer pessoa a ser mais produtiva e todos sabem qual é. Todos já a utilizaram em algum momento da sua vida mas, mais tarde ou mais cedo acabaram por abandoná-la. Do que eu falo? Das to-do lists, como é claro.

Tenho quase a certeza que tu que lês isto já fizeste uma lista de tarefas das coisas que tinhas para fazer. Tenha sido ela para te organizares ou para não esqueceres do que tinhas para fazer, aposto que essa lista te ajudou. Apesar disso, provavelmente não as utilizas no dia-a-dia.

Mas não te preocupes. Contigo, estão muitas pessoas, eu por exemplo já fui uma delas. Há umas semanas para cá pensei nisso e resolvi implementar esse hábito de forma definitiva no início do meu dia. Mas porque será que isto acontece? Porque será que embora as to-do lists nos ajudem tanto, continuamos a não utilizá-las?

Eu acredito que seja pela resistência que existe ao escrever uma. Se ao acordar, uma folha estivesse diante de nós pronta a receber uma lista de tarefas, é provável que mais gente o fizesse. E, quem diz uma folha, pode dizer um telemóvel. Apesar de achar que existe outro nível de compromentimento quando as coisas são escritas fisicamente.

E atenção, estas listas não servem de forma alguma para te prender exclusivamente às coisas que tens de fazer durante o dia. Servem apenas como um guião. Um guião que está em constante atualização à medida que a rotina avança e que podes contar com ele para armazenar tudo aquilo que não te podes esquecer.

É interessante perceber como um simples hábito no início do dia nos pode ajudar tanto. Tu se calhar já sabes disto, mas espero que este artigo te tenha ajudado a ora a começar este hábito, ora a continuar com ele.