A história que contas a ti próprio

Já pensaste nela? Já pensaste naquilo que contas a ti próprio todos os dias?

A vida é limitada e o poder humano também, mas muitas vez limitamo-lo mais do que aquilo que ele é realmente. A verdade é que o poder humano é tão grande, que podemos considerá-lo ilimitado, isto porque o limite está tão mas tão longe de nós.

A história que contas a ti próprio é importante. É ela que molda os teus pensamentos, as tuas ações e as tuas decisões. É ela que te vai permitir chegar mais perto ou mais longe do limite real do poder humano.

Por isso, toma atenção a isso. Certifica que alimentas o teu cérebro com as melhores ideias e com as melhores histórias, para que, no final, ele te deslumbre com os melhores desfechos.

Faz a tua parte

A Internet está repleta de pessoas a trabalharem nos seus objetivos e a partilharem-nos com os outros.

É claro que nela existe de tudo, mas em alguns locais são precisos apenas alguns minutos para se perceber que todos se divertem no que fazem e ainda melhoram ao longo do tempo. Não é fabuloso? E Isto como? Partilhando e associando-se a pessoas com que se identificam.

A Internet é um mundo. Apenas pelo facto de te colocares por lá, falares do que gostas e partilhares uma ou outra coisa, poderás conhecer pessoas fantásticas com os mesmos interesses que tu.

Por isso, esta é a minha ideia de hoje. Enquanto muitas pessoas estão a fazer a parte delas, tu podes também fazer a tua e entrar neste jogo. Um jogo em que não se perde, só se aprende.

Maratonas de trabalho

O trabalho por vezes não pede apenas consistência, pede também longos períodos de tempo de trabalho focado.

Hoje foi um desses dias. Longe de tudo, de todos, e a trabalhar apenas. Por um lado, consegues muito realizado no final do dia, por outro, não se consegues fazer isto frequentemente.

Maratonas de trabalho são planeadas. Não são frequentes, não devem ser frequentes, mas quando bem organizadas são muito efetivas.

Um ‘Porquê’ para te esforçares

Artigos podem ensinar-te muito sem teres de viver realmente algo para aprender. Claro, com as suas limitações, mas consegue-se encontrar boas perspetivas.

Um exemplo disso, foi num artigo que acabei por partilhar ontem pelo Twitter. Já o tinha lido há algum tempo, mas ontem encontrei-me de novo com ele e impactou-me como se o tivesse lido pela primeira vez.

O texto conta a história do autor, Jordan O’Connor, que encontrou um senhor que estava temporariamente sem abrigo e lhe ofereceu uma estadia num motel para uma noite. No entanto, no motel, no momento do pagamento, apercebeu-se que não conseguia pagar. Apesar do senhor ter ficado muito grato pelo gesto, anos depois o autor refere que nunca conseguiu esquecer esse momento e que nos dias de hoje ainda o utiliza como motivação para trabalhar. Pois o sonho dele é ajudar não só as pessoas que o rodeiam, como também espalhar essa genorisadade para outras milhares.

Como é sabido, tudo o que fazemos tem um ‘Porquê?’ por trás. Se, por alguma razão, tens dificuldade em encontrar o teu para te esforçares mais nas coisas que fazes, este é um bom modelo.

Uma dica de produtividade

Existe uma prática que ajuda instantaneamente qualquer pessoa a ser mais produtiva e todos sabem qual é. Todos já a utilizaram em algum momento da sua vida mas, mais tarde ou mais cedo acabaram por abandoná-la. Do que eu falo? Das to-do lists, como é claro.

Tenho quase a certeza que tu que lês isto já fizeste uma lista de tarefas das coisas que tinhas para fazer. Tenha sido ela para te organizares ou para não esqueceres do que tinhas para fazer, aposto que essa lista te ajudou. Apesar disso, provavelmente não as utilizas no dia-a-dia.

Mas não te preocupes. Contigo, estão muitas pessoas, eu por exemplo já fui uma delas. Há umas semanas para cá pensei nisso e resolvi implementar esse hábito de forma definitiva no início do meu dia. Mas porque será que isto acontece? Porque será que embora as to-do lists nos ajudem tanto, continuamos a não utilizá-las?

Eu acredito que seja pela resistência que existe ao escrever uma. Se ao acordar, uma folha estivesse diante de nós pronta a receber uma lista de tarefas, é provável que mais gente o fizesse. E, quem diz uma folha, pode dizer um telemóvel. Apesar de achar que existe outro nível de compromentimento quando as coisas são escritas fisicamente.

E atenção, estas listas não servem de forma alguma para te prender exclusivamente às coisas que tens de fazer durante o dia. Servem apenas como um guião. Um guião que está em constante atualização à medida que a rotina avança e que podes contar com ele para armazenar tudo aquilo que não te podes esquecer.

É interessante perceber como um simples hábito no início do dia nos pode ajudar tanto. Tu se calhar já sabes disto, mas espero que este artigo te tenha ajudado a ora a começar este hábito, ora a continuar com ele.

A um esforço de distância

Garyvee costuma dizer uma frase com a qual me identifico e que hoje me lembrei dela. A frase é a seguinte:

“One piece of content can change your life.”

O propósito desta frase passa por nunca saberes qual a peça de conteúdo que produzes que vai viralizar. Por isso, jogando a longo prazo, continuas a produzir conteúdo em massa e de forma consistente. Mas não é exatamente disto que vim aqui escrever hoje.

Tal como uma peça de conteúdo pode ser a tal, um pedaço de esforço pode também ser o determinante. Quando acordas de manhã pronto para trabalhar e abraçar a lista de tarefas que tens para fazer, não sabes se será esse o dia onde tudo fica mais claro. O dia em que finalmente percebes aquilo que trabalhaste tanto para perceber. O dia em que finalmente deu certo aquilo que sempre deu errado. Entre muitos outros exemplos, simplesmente não sabes. E é com isso em mente, é sabendo que aos poucos as coisas vão avançando, que finalmente chega o dia que tanto ansiaste.

Tudo o que desejas está a um esforço de distância. Cabe a ti fazer a tua parte e dar o melhor dia de ti, todos os dias. Um dia tudo vai valer a pena.

A coragem de desistir

Imagina que estás a subir uma montanha. Enquanto sobes, olhas para cima, e reparas que estás a mais de metade do caminho, no entanto, ainda te falta muito pela frente, e a montanha é íngreme. Nesse momento pensas: “Continuo a caminhar pelo mesmo caminho? Ou desço tudo e experimento outro por onde a jornada possa ser melhor?”

Por vezes, é complicado deixar tudo o que já foi feito e seguir algo novo. Sentimos que com isso tudo o que foi feito até então não serviu de nada, pois não seguimos com isso até ao final. Mas isso não é verdade. Todo e qualquer percurso, mesmo que não concluído, serve para aprendermos. Utilizando assim esses ensinamentos para escolhermos fazer algo melhor no futuro.

Enquanto por um lado pensamos que podemos estar a deitar tudo a perder por abandonarmos algo, podemos estar a deitar tudo a perder por continuarmos. Porque, a verdade é que não sabemos exatamente quais serão os resultados de ambas as escolhas. Mas cabe a nós decidirmos uma com base naquilo que sentimos e sabemos na altura.

É claro que a escolha de desistir de algo é mais complicada que a de continuar. É um ato de coragem. Porém, a primeira também poderá ter mais resultados subentendidos. Pois ninguém pensa em desistir, se algo não estiver a ir bem em primeiro lugar.

É algo que vale a pena a reflexão. Faz a tua parte, e sê inteligente nas escolhas que fazes.

O que não é medido, não é gerido

Hoje deparei-me com uma frase que já não a ouvia há algum tempo.

“What gets measured, gets managed”.

Uma frase simples e que te pode ser muito eficaz. Simplesmente, porque existem várias vertentes da tua vida que merecem ser medidas para conseguires geri-las mais facilmente.

Um exemplo disso é o que aprendes todos os dias e o quão avanças nos teus projetos. Especialmente nos maiores, onde muitas é complicado observar um avanço palpável. Com isto, perguntas tu: como então “medir”? Escrevendo o que se conseguiste realizar durante o dia.

A cada dia que passa, a ideia de documentar o que fazemos cresce mais em mim. E este é mais um exemplo disso. Para além de conseguires perceber o que fizeste exatamente em cada dia, ajuda-te também a perceber o que podes fazer nos próximos para complementar.

Por isso, escreve, toma nota e utiliza isso para crescer e seguir em frente.

Aperfeiçoar métodos de Trabalho

Há algum tempo que algo não me sai da cabeça. Passa-se o seguinte…

Há dois dias que não saio de casa. Posto isto, tenho todo o dia para me organizar e trabalhar nas várias vertentes da minha vida a que me comprometo. E, diga-se de passagem, até tem corrido bastante bem. Tenho concluído as tarefas que tenho planeado, tenho conseguido arranjar tempo para aquilo que considero importante, tudo tem corrido bem. Mas, (existe sempre um mas) não estou completamente satisfeito. Não por querer fazer muito mais do que aquilo que faço, mas sim por achar que o meu método de trabalhado ainda possa ser aperfeiçoado.

Com isto de não sair de casa, por vezes, dou por mim a saltitar de projeto em projeto. No final do dia, aparece tudo feito, contudo, tenho a sensação que poderia ser mais produtivo se me focasse numa coisa apenas. Cada uma a seu tempo. Isto, quem sabe, até me poderia ajudar a completar o mesmo em menos tempo.

Por isso, nada como experimentar abordagens diferentes nos próximos dias para ver como me saio. Não é por algo estar bem, que não possa ser melhorado. E acho mesmo que este é um desses casos.

Com isto, pergunto-te: também sentes que algo possa ser melhorado no teu método de trabalho? Se achas que ele já se encontra bom, será que pode ser ainda melhor? Gostava de ouvir o que tens para dizer. Podes sempre partilhar comigo as tuas ideias pelo Twitter.

Daqui a uns dias atualizo por aqui este assunto.

Prazer Vs Obrigação

Escrever todos os dias quando se gosta não é difícil. Mas, quando é uma obrigação, já pode ser.

Tudo se torna mais fácil quando fazes as coisas por prazer. Não recorres meramente à tua força de vontade para algo aparecer feito. Não pensas constantemente sobre como fazer algo porque tem de ser feito. Nada disso. Apenas acontece.

Muitas vezes, o segredo para a consistência é perceber se fazes algo por prazer ou por obrigação. Nunca mentindo a ti próprio.

Se o fazes por prazer, muito bem, não deves ter problemas com isso.

Se o fazes por obrigação, transforma isso num prazer. Adapta aquilo que tens de adaptar. Recompensa-te no final do dia. Qualquer coisa. Trabalha para que o processo seja prazeroso e não para que o trabalho esteja concluído.