É tudo uma questão de perspetiva

A perspetiva é o que nos ajuda a entender muitas coisas fora da nossa compreensão. Dois exemplos disso são os números e os atletas/artistas de nível mundial.

Comecemos pelos números: olhando para um milhão e para um bilião, à primeira vista, não parece que se encontrem muito longe um do outro. No entanto, quando estes números são colocados em perspetiva, já é outra história. Isto porque um milhão de segundos equivale aproximadamente a 12 dias enquanto um bilião de segundos equivale aproximadamente a 32 anos.

Outro exemplo é a distinção entre pessoas que praticam casualmente algum desporto e outras que o jogam a nível mundial. Este vídeo que vi ontem retrata isso na perfeição. Muitas vezes pensamos que do casual ao topo só vai um salto, no entanto, na realidade, por vezes são décadas de trabalho. E mesmo assim, um número muito limitado de pessoas chega a esse patamar.

A perspetiva é nossa amiga. Ajuda-nos a olhar para o mesmo facto com diferentes olhos. E muitas vezes, só com esses olhos é que conseguimos ver realmente.

Não está fácil, mas nem tudo é mau – PaML #2

Tem sido complicado avançar no meu pequeno projeto de visualização de dados que te contei aqui. No final desta semana houve progressos sobre o meu trabalho de Investigação e tenho trabalhado nele desde então. Pelo que me aparece, esta semana que se avizinha vai ser destinada também a ele.

No entanto, isso não significa que não esteja a aprender. Muito pelo contrário, continuo a aprender e muito! Neste momento tenho feito recortes numas imagens médicas de um dataset e redimensioná-las posteriormente. Com estas imagens, conto utilizá-las para treinar uma rede neuronal para perceber qual será o resultado final. Para realizar isto tenho utilizado a biblioteca Pillow, biblioteca com que já tive algum contacto no passado.

Olhar para trás e ver o que já consegui fazer em relativamente pouco de tempo é muito gratificante, mas ainda não cheguei nem perto ao que realmente quero. Grandes coisas ainda estão por vir.

Tantos livros, tão pouco tempo

Por muito que queiramos conhecer muitas obras, conseguimos apenas realmente conhecer um número muito limitado delas. Para isso, há que escolher precisamente aquelas que merecem realmente o nosso tempo.

Claro que, poderás dizer tu, que consegues ler até vários livros por dia. Aumentando assim, o número de livros que acabas por ler ao fim de uma vida. A questão é: será que leste mesmo? Ou só passaste os olhos?

Ler não ocorre apenas para ser produtivo, ou para mostrar que se leu. Lê-se para absorver e aprender. Sejam 10, 20 livros em vez de 100 ou 200, se esses 20 conseguiram agregar algo de positivo na tua vida, já é uma vitória. A leitura não se baseia em números, baseia-se em histórias. Por isso foquemo-nos em lições e não no número de livros lidos.

Isto implica ter a coragem de abandonar uma leitura quando esta não se identifica connosco. Porque tal como não gostamos de todo o tipo de pessoas e assim escolhemos não nos darmos com elas, também não temos de gostar de todo o tipo de livros.

Lê o que gostas. Lê o que te parece certo. Aprende com isso. E leva histórias para a vida.

Amigos são…

Amigos são pessoas com quem podes contar as tuas felicidades.
Amigos são pessoas com quem podes contar as tuas tristezas.
Amigos são família de outro sangue.

Ser amigo é isto e muito mais. E mesmo que eu quisesse caracterizar de forma completa, ficaria aqui certamente a noite toda, por isso não o vou fazer.

Digo apenas: faz amigos, bons amigos.

Ideias não esperam pelo momento certo

As ideias têm vida própria e aparecem quando querem. Cabe a ti perceber isso e anotá-las no momento, caso contrário, nunca mais as voltas a encontrar.

Para isto, uma simples folha de papel, ou mesmo o bloco de notas do teu telemóvel, pode ser o teu melhor amigo. Principalmente quando, como eu, queres escrever algo novo todos os dias.

Independentemente de escreveres sempre à mesma hora ou não, as ideias não têm te vão ocorrer sempre a essa hora. Elas são imprevisíveis. Nem tu, nem elas sabem quando vão aparecer. Por isso, prepara-te. Fica atento. E anota-as no momento.

Explicar conceitos difíceis de forma fácil

Não é para todos, definitivamente. Mas certamente é algo que pode ser melhorado.

Explicar conceitos difíceis da forma mais simples possível benéfico para ambos os lados. Quem explica, fica a perceber melhor o conceito pois está a descontruí-lo na sua forma mais simples, quem o ouve, ganha facilmente as bases do que é algo que não é fácil.

Quer queiras aprender algo ou ensinar, desconstruir qualquer ideia na sua ideia mais simples é das melhores formas para se entender realmente algo.

O meu primeiro Projeto – PaML #1

Ontem comecei a trabalhar no meu primeiro projeto em Python. Até à data fui aprendendo os básicos e a sintaxe desta linguagem com a ajuda do livro “Python Crash Course”. Terminado os conceitos iniciais, está na hora de tentar desenvolver alguma coisa própria e aprender com isso.

Vou começar por fazer um projeto no contexto de visualização de dados utilizando o dataset “World’s Billionaires” disponível no Kaggle. Conto aprender trabalhar melhor com bibliotecas tais como: Pandas, Matplotlib e Numpy. Claro que poderei vir a utilizar outras, mas só o tempo o dirá.

Estou bastante entusiasmado com este passo. No futuro, quero partilhar aquilo que vou fazendo no GitHub, mas por enquanto ainda não tenho muito tempo para aprender Git. Apesar disso estar nos meus planos num futuro próximo!

É quando perdemos que damos valor

É quando perdemos a liberdade de andar por onde queremos que damos valor aos tempos que fomos livres.
É quando perdemos aquilo que sempre tivemos que sentimos falta quando já não temos.

Nestas situações, é difícil olhar para o presente e não o reconhecermos dado o passado. A gratidão que outrora faltava quando tudo tínhamos, chegou quando não temos nada. No tempo errado é certo, mas mais vale tarde que nunca. Porque a vida é longa, e o que acontece uma vez pode ser acontecer uma outra.

É quando perdemos que damos valor. Dá valor hoje, não deixes para depois.

A ambição é necessária

Ambition built rome.

Este artigo retrata muito bem a forma como encaro a ambição. A verdade é que a ambição é uma faca de dois gumes. Por um lado, ela é necessária para construir algo grande, por outro, pode ser a fonte de desilusão quando algo não corre como esperado.

Mas e se não houvesse ninguém com a ambição de “mudar o mundo”? Será que o mundo iria para a frente?

Por vezes são precisas grandes ambições, pois só pensando em grande é que se atinge algo grande. Claro que nem todas as tuas ambições se vão tornar realidade, mas tendo essa visão conseguirás obter mais e conseguir mais do que se pensares mais pequeno. Isto porque na teoria as tuas ações tendem a suportar o teu plano e ambições, e quando esses não são tão grandes e assustadores, percebes que não precisas de dar 100% de ti para os alcançares.

Por isso, não apontes para baixo. Aponta para a lua e conquista os céus. Se não conseguires lá chegar, vais chegar mais longe do que pensavas inicialmente. Não há nada a perder.